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As contas de roaming chegam depois da viagem, o que as torna memoráveis. Seis maneiras de evitar a próxima, classificadas pelo custo real, incluindo as duas que são gratuitas.
As contas de roaming chegam depois da viagem, o que as torna memoráveis. Nessa altura, a única pergunta útil é como evitar a próxima. Existem seis maneiras de fazer isso, e apenas duas delas custam dinheiro.
Esta é a opção gratuita, e é a que as pessoas ignoram. O seu telemóvel irá conectar-se a uma rede estrangeira no momento em que as portas do avião abrirem, e a sincronização em segundo plano começará a gerar custos à taxa de roaming antes mesmo de desbloquear o ecrã. Apenas o backup de fotos pode consumir cem megabytes enquanto espera na fila do controlo de passaportes.
O modo avião faz o mesmo trabalho, mas desliga tudo, incluindo o Wi-Fi que deseja no aeroporto. Desativar especificamente o roaming de dados mantém o Wi-Fi ativo e as chamadas disponíveis, bloqueando a parte cara.
como desativar o roaming de dados num iPhone — passo a passo, incluindo a configuração que a Apple moveu
Para qualquer coisa mais longa do que um fim de semana curto, esta é a opção paga mais barata. Você compra um pacote de dados para o seu destino, instala o perfil em casa via Wi-Fi e ativa-o quando chegar. A sua linha original permanece no telemóvel para chamadas e mensagens.
O preço depende muito mais de para onde vai do que de qual fornecedor escolhe. Em 240 países, a média é de US$ 3,11 por GB, mas a Malásia custa US$ 0,74 e a Polinésia Francesa US$ 16,62, uma variação de 22x. O Sudeste Asiático é a região mais barata do mundo para dados. Pequenas ilhas são as mais caras.
Em comparação com um passe diário da operadora a US$ 10 por dia, uma viagem de duas semanas custa US$ 140 em roaming e cerca de US$ 12 na Tailândia com um eSIM medido. Essa diferença é todo o argumento.
quanto custam os dados em 240 países — preços médios e mínimos por destino, atualizados diariamente
Comprar um SIM no destino ainda oferece o preço nominal mais baixo em vários mercados, especialmente para grandes volumes de dados em estadias longas. Os custos são aqueles que nunca aparecem na etiqueta de preço: o quiosque do aeroporto cobra um prémio sobre o mesmo SIM na cidade, muitos países exigem registo de passaporte, e você fica inalcançável no seu número habitual até que a troca seja feita.
Faz sentido quando você se estabelece num país por um mês ou mais. Para uma semana em três países, você faria isso três vezes.
A sua própria operadora vender-lhe-á o seu plano doméstico no estrangeiro por uma taxa diária fixa, geralmente de US$ 5 a US$ 15. A conveniência é real: nada para instalar, o seu número continua a funcionar, e chamadas e mensagens estão incluídas.
A aritmética volta-se contra ele rapidamente. Três dias a US$ 10 custam US$ 30, o que é defensável. Três semanas custam US$ 210 por dados que você poderia ter comprado por menos de US$ 20 na maior parte da Ásia ou Europa. Os passes diários são um produto para viagens curtas, precificado como se cada viagem fosse curta.
A maioria das operadoras permite que você faça e receba chamadas no seu número normal através de qualquer rede Wi-Fi, cobradas como se estivesse em casa. Hotel, café, aeroporto, apartamento: tudo funciona, e nada disso toca numa rede estrangeira.
Isto não substitui os dados móveis, pois desliga assim que você sai. Combina bem com um eSIM: dados no plano de viagem, chamadas e mensagens no seu número habitual via Wi-Fi, sem roaming em nenhum dos casos.
Um hotspot alugado fazia sentido quando os telemóveis não suportavam eSIM. Você ainda paga de US$ 5 a US$ 10 por dia, levanta e devolve o dispositivo, e carrega-o todas as noites ao lado do seu telemóvel.
Um caso sobrevive: um grupo a partilhar uma única ligação, onde dividir um aluguer é melhor do que comprar quatro planos. Caso contrário, o eSIM no seu telemóvel faz o mesmo trabalho sem nada para carregar.
pocket Wi-Fi comparado com as alternativas — onde alugar um hotspot ainda se justifica
Três perguntas resolvem: quanto tempo, quantos países e você precisa do seu número habitual.
Preços Simsima contra o mercado local em mais de 200 países e regiões, com planos que começam antes de você partir.
Se você está a comparar um eSIM com o plano de roaming da sua operadora especificamente, em vez de analisar todas as seis opções, a comparação direta está no seu próprio guia.
eSIM de viagem contra roaming da operadora, lado a lado — incluindo os dois casos em que o roaming ainda vence
Desative o roaming de dados antes de pousar, depois adicione um eSIM de viagem para dados. Essa combinação não custa nada para configurar e substitui totalmente a conta de roaming. Se a sua viagem for inferior a três dias, um passe diário da operadora pode ser mais simples e custar menos do que um pacote de dados que você não irá consumir.
Sim, porque desconecta o telemóvel de todas as redes. Também desliga o Wi-Fi, a menos que você ligue o Wi-Fi novamente separadamente. Desativar o roaming de dados é a melhor configuração: bloqueia a parte faturável, deixando o Wi-Fi e a sua capacidade de receber chamadas intactas.
Ligue para a sua operadora antes de pagar. As operadoras rotineiramente reduzem ou cancelam o choque inicial da conta, especialmente quando os custos vieram de dados em segundo plano e não de uso deliberado. Pergunte especificamente sobre um ajuste pontual de boa vontade e, em seguida, configure um eSIM antes da próxima viagem.
Para quase todas as viagens com mais de alguns dias, sim. Os passes diários da operadora custam de US$ 5 a US$ 15 por dia, independentemente do uso. Um eSIM de viagem medido custa uma média global de US$ 3,11 por GB, e menos de US$ 1 por GB em grande parte do Sudeste Asiático e Europa. Uma viagem de duas semanas vira a matemática decisivamente para o eSIM.
Sim. O eSIM de viagem adiciona uma segunda linha ao seu telemóvel. Mantenha a sua linha original ativa para chamadas e mensagens, desative os dados e direcione os dados através do eSIM. Ative as chamadas Wi-Fi e o seu número habitual permanece alcançável sem custo.

Fundador da Simsima. Viajante apaixonado baseado em Barcelona, ajuda os viajantes a ficarem conectados sem gastar fortunas com taxas de roaming.
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